Quando alguém escreve com dores, há duas coisas que não podem falhar: que seja atendido o quanto antes e que ninguém lhe diga nada sobre o seu caso. A ClaudIA faz a primeira e tem a segunda proibida.
Ao detetar que o paciente menciona dor, inchaço, uma pancada ou sangramento, a ClaudIA muda de andamento: mostra empatia numa frase, procura a primeira consulta disponível do dia e avisa a sua equipa com o motivo tal como o paciente o descreveu. Se descreve algo que a qualquer pessoa pareceria uma emergência grave, indica-lhe que recorra a um serviço de urgência — sem opinar sobre o seu caso.
Isto é priorização, não avaliação clínica. A ClaudIA classifica e ordena; quem decide é o médico.
Como funciona
- A ClaudIA reconhece o motivo de urgência pelo que o próprio paciente conta, sem pedir detalhes clínicos.
- Procura a primeira consulta disponível de hoje; se hoje não houver, a mais próxima.
- Avisa a sua equipa no momento (aviso no painel e, se o configurar, uma mensagem para o telemóvel da clínica) com o nome, o telefone e o motivo textual.
- Se não houver nenhuma consulta livre, inscreve-o na lista de espera com prioridade: será o primeiro a receber um cancelamento.