O pagamento é o único momento do dia em que a agenda e o dinheiro de uma clínica têm de falar um com o outro, e quase sempre vivem em programas diferentes: a marcação num, o recibo noutro, e alguém a acertar contas à mão à noite. O que se perde aí não são minutos: são os pagamentos que ninguém apontou.
Na ClaudIA cobra-se o tratamento a partir da própria marcação, com um ou vários métodos de pagamento, e o comprovativo sai daí — impresso, por WhatsApp ou por email, com o nome da sua clínica e não com o nosso.
Ao fechar, o senhor conta o dinheiro e a caixa diz-lhe se bate certo. Cada moeda conta-se em separado e nunca se somam entre si: uma clínica que cobra em dólares e em moeda local vê as duas contas limpas, com a taxa aplicada em cada pagamento.
As consultas pagas por uma seguradora não se cobram como as outras: ao cobrá-las com o método da seguradora sai um comprovativo de consulta, que não é uma fatura, e a caixa leva a conta do que cada uma lhe deve até se marcar como pago. Cada linha da cobrança leva o médico que atendeu, e se o tratamento tiver plano de pagamentos, o pagamento que toca cobra-se a partir do próprio orçamento com um botão.
E para o balcão da receção, a mesma caixa num tablet: o modo balcão, em ecrã completo, com mosaicos dos tratamentos, teclado numérico no ecrã, o troco calculado e o comprovativo que sai sozinho ao cobrar. Instala-se no tablet como uma aplicação e imprime com qualquer impressora que o dispositivo tenha instalada.
Como funciona
- Abre-se a caixa ao começar o dia, anotando com quanto se começa.
- Cada marcação é cobrada a partir da sua ficha: um ou vários métodos, e na moeda que o paciente usar.
- O comprovativo imprime-se, envia-se por WhatsApp ou por email, com a identidade da clínica.
- As consultas de seguradora saem com comprovativo e ficam na conta pendente de cada seguradora.
- Ao fechar conta-se o dinheiro e a caixa assinala a diferença, moeda a moeda.
- O resumo do dia chega-lhe ao WhatsApp assim que fecha.