Um tratamento longo não se decide na cadeira: decide-se em casa, com o orçamento à frente e muitas vezes com mais alguém. O que esse papel explicar — e a facilidade com que se lê — pesa tanto como a avaliação clínica.
Na ClaudIA o orçamento é montado por FASES: o que se faz primeiro, o que vem depois e o que pode esperar. O paciente vê o plano completo e vê também que não tem de o enfrentar todo de uma vez, que é a objeção que deixa mais orçamentos parados. Sai num PDF com a identidade da clínica, pronto a entregar ou a enviar.
E quando é aceite, o plano deixa de ser um papel: as marcações de cada fase saem do próprio orçamento, ligadas a ele. Ninguém volta a escrever o tratamento nem a reconstruir a ordem de memória.
Como funciona
- A equipa monta o orçamento após a avaliação, agrupando os tratamentos nas fases que fizerem sentido.
- É gerado um PDF com a identidade da clínica, para entregar em mão ou enviar por WhatsApp.
- O orçamento fica com o seu estado: pendente, aceite ou recusado, à vista de toda a equipa.
- Ao ser aceite, as marcações da primeira fase são agendadas a partir do próprio orçamento e ficam ligadas a ele.
- Se o orçamento ficar parado, a ClaudIA faz o seguimento sem nomear o tratamento nas mensagens.