Cada pessoa que escreve tem a sua ficha: quando veio, que tratamentos fez, com que médico, quanto gastou e o que se falou. A sua equipa tem-na à frente quando atende, sem procurar em três sítios.
Também pode anotar preferências de trato — se prefere trato formal, em que período lhe convém vir, se precisa de mais tempo — e a ClaudIA tem-nas em conta ao conversar. As notas internas são privadas: a ClaudIA nunca as repete ao falar com o paciente.
O que **não** existe aqui são dados clínicos: nem alergias, nem medicação, nem antecedentes. Isso é do seu software de gestão e da história clínica.
Como funciona
- A ficha cria-se sozinha com a primeira mensagem e completa-se com cada consulta.
- As preferências de trato escreve-as a sua equipa no painel; a ClaudIA lê-as e aplica-as com tato.
- O médico habitual de cada paciente deduz-se do histórico: a ClaudIA pode oferecê-lo primeiro.
- Pode importar os seus pacientes do programa atual com um ficheiro, e o sistema evita duplicados.
Uma paciente de sempre
Escreve a pedir consulta. A ClaudIA reconhece-a, não lhe pede o nome outra vez e oferece-lhe primeiro a médica com quem vem sempre. Na ficha a equipa tinha anotado que prefere as tardes: a ClaudIA começa por aí.